Deixei o meu ser trancado.
Perdi-o no meio da eternidade.
Esqueci-me de quem sou,
Deixei de ser nessa tarde.
Esqueci a chave no bolso
De um casaco do meu passado.
Está nas minhas mãos o cofre,
Mas terá de ficar fechado.
Oiço-me chamar por mim
Tal com um rebento chora
E, como mãe, também sofro
Pelo choro que em mim mora.
Eu choro, eu grito.
Sinto-me perdida!
Não sei mais que fazer
Estou só nesta longa vida…
Andorinha que voas alto,
Trás contigo a Primavera…
Procura a vida que eu tinha,
Encontra a pessoa que eu era…
Eu pescador me confesso
Há 6 anos
4 comentários:
Olá, pequena Andorinha!
Obrigada pelas visitas ao meu Canto poético.
Olha que a Alice! Disse-me que andas a fazer travessuras...diz que andas a invadir o pc dela. É verdade?
Bom Domingo
Beijinhos
Olá menina apaixonada!
Passa pelo meu blog... tenho um carinho para ti...
Beijos...
Olá muito bonito Parabens.
bjs naty
Continuo à espera da tua visita para completar a minha Primavera...
Beijinhos...
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